Salário Emocional: o que é e como implementar?
Salário Emocional tem sido um hot topic no que toca a gestão de Recursos Humanos. Os tempos estão a mudar e a remuneração já não é a única coisa avaliada pelos profissionais.
Mas afinal o que é isto de Salário Emocional?
Ele não vem no recibo de vencimento e nada tem a ver com prémios monetários. Na verdade, vale muito mais do que dinheiro.
São todas as vantagens que as empresas oferecem aos seus funcionários para melhorar os seus níveis de satisfação no trabalho, sem que isso signifique realmente um aumento salarial. O conceito de Felicidade Interna Bruta (FIB), que avalia o índice de bem-estar da população, defende a ideia de salário emocional como um complemento ao salário que é oferecido pela empresa.
Horário flexível, teletrabalho, seguros de saúde, benefícios sociais em relação à educação dos filhos, espaços de lazer dentro das empresas, formação, entre outros benefícios, são exemplos das retribuições não financeiras que não aparecem na folha de vencimento, mas fazem parte do salário emocional.
As emoções são responsáveis por tudo aquilo que o dinheiro não pode comprar e, por isso, situações que despertam emoções positivas, bem-estar e promovem satisfação pessoal atraem cada vez mais as pessoas. A felicidade dos funcionários depende não só da quantidade de dinheiro que recebem, mas de todas as condições que a empresa lhes proporciona.
Manter a motivação, estimular o envolvimento e conseguir um bom desempenho dos colaboradores é o objetivo das empresas quando apostam em formas de reconhecer e premiar os funcionários através de ações que façam surgir estas emoções positivas.
Cabe às empresas, principalmente, conduzir o processo de desenvolvimento dos seus colaboradores e isso irá resultar num ambiente organizacional positivo. Naturalmente, os funcionários também devem fazer a sua parte, demonstrando interesse e procurando melhorar o seu desempenho para aumentar as possibilidades de progressão na carreira.