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Tipos de custos num centro veterinário

por Dilen Ratanji, Diretor-Geral da VetBizz Consulting, em Veterinária Atual.

Como aumentar a rentabilidade num centro veterinário? Aumentamos os proveitos, diminuimos os custos ou, melhor ainda, aumentamos os proveitos e diminuimos os custos. Este é o desafio constante da gestão estratégica de um CAMV, isto é, de uma empresa. Cada vez mais focamo-nos na racionalização dos custos operacionais numa empresa, e nos CAMV não é excepção. Que tipos de custos identificamos num CAMV e qual a percentagem razoável em relação ao volume de negócios?

Compras

As compras num CAMV estão fundamentalmente relacionadas com alimentação, medicamentos (inclui vacinas), consumíveis e acessórios de petshop. O grau de frequência de compras afecta naturalmente a gestão de stocks e com as recentes alterações legais (comunicação dos inventários), esta matéria torna-se premente na gestão de um CAMV, pois uma política menos regrada a este nível poderá gerar custos de oportunidade para a empresa (ter “capital empatado” no armazém). Idealmente, as compras de um centro veterinário devem representar entre 20% e 25% do total do volume de negócios (sem IVA), no entanto temos vindo a verificar que em Portugal os valores oscilam entre os 30% e 40%. Obviamente que quanto menor esta percentagem, maior o nível de eficiência de recursos do CAMV, o que permite valorizar mais, em termos económicos, a empresa.

Custos salariais

Desde logo há que esclarecer que esta rubrica não contempla apenas os vencimentos base (brutos) dos colaboradores, mas sim os custos efectivos da empresa. Neste âmbito, devemos contemplar a segurança social, prémios, horas extra, isenções de horário, subsídios e outro tipo de remunerações. Em média, em Portugal, para obtermos um custo efectivo de um colaborador devemos multiplicar por 1,5. Não é taxativo, mas um bom indicador de referência. Incluimos no rol de colaboradores o próprio dono do centro veterinário. Pelas boas práticas de gestão veterinária, os gastos com pessoal num centro veterinário não devem superar os 40% do total do volume de negócios. A partir deste valor, deve ser colocada em causa a produtividade dos colaboradores ou equacionar a redução do número de colaboradores do CAMV. Em mercados maduros como nos EUA, é tido como boa prática clínica ter dois colaboradores não veterinários (auxiliares, enfermeiros ou recepcionistas) por cada médico veterinário. Uma realidade completamente distinta da que temos em Portugal, onde inclusive verificamos com alguma regularidade um rácio oposto, ou seja, um colaborador não veterinário por cada dois médicos veterinários. Ou então, uma paridade: um por um.

Custos de estrutura

São tipicamente os custos que suportam a actividade operacional, do dia a dia, de um CAMV. Os FSE (fornecimentos e serviços externos) incluem várias rubricas de gastos, como sejam as telecomunicações, água, electricidade, combustíveis, deslocações, rendas e alugueres, seguros, limpeza e higiene, economato, entre outros. Depois temos despesas associadas com equipamentos (clínicos e não clínicos): alugueres, manutenção, amortizações e outros activos fixos tangíveis. Ainda devemos contemplar outros custos que são necessários para potenciar o negócio do CAMV e que estão relacionados com o marketing e comunicação (ex.: eventos, marketing digital, merchandising, estacionário, patrocínios, entre outros).

Custos financeiros

Este tipo de custos existem sempre que um CAMV recorre a financiamento externo, nomeadamente hipotecas (para aquisição/construção do terreno e/ou imóvel), crédito de médio/longo prazo (para investimento), crédito à tesouraria (ex.: conta corrente caucionada), cartões de crédito, ou outros produtos financeiros como o leasing ou renting.

Se está com dificuldades em potenciar os proveitos do seu CAMV, inicie de imediato uma análise rigorosa aos seus custos para aferir se tem possibilidade de reduzir nalguma rubrica. No final de tudo, o que interessa mesmo é quanto me sobrou na conta. E aí é que se vê a “verdadeira” rentabilidade.

(O autor escreve de acordo com a antiga ortografia)



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