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Verão quente ou frio?

por Dilen Ratanji, Diretor-Geral da VetBizz Consulting, em Veterinária Atual.

Há cerca de 1 ano atrás escrevia nesta crónica da Veterinária Actual que o início do ano de 2014 havia sido aterrorizador para inúmeros CAMV espalhados pelo território nacional, pela acentuada quebra no negócio face ao período homólogo. Não obstante, os meses que se seguiram não confirmaram o agoiro e revelaram-se bastante mais positivos, compensando o menor desempenho do início do ano. O segundo semestre de 2014 foi claramente a demonstração de que o “mau tempo” já tinha passado e que o Verão tinha sido decisivo para aquecer o negócio dos CAMV.

Neste ano de 2015 a tendência favorável tem-se mantido e se analisarmos o Observatório do Mercado disponível na omv.pt verificamos que todos os meses do 1º semestre apresentaram um nível de volume de negócios acima dos respectivos períodos homólogos. Parece que veio a bonança. À semelhança dos anos anteriores, o padrão sazonal de visitas e vendas manter-se-á no 2º semestre de 2015, o que significa que verificar-se-á um aumento do volume de negócios nos meses de Verão, seguido de uma ligeira quebra nos meses seguintes. Isto, se a Grécia não provocar uma crise numa escala global…

É empírico que o negócio veterinário continua a ser sazonal, em função das zonas geográficas. No Norte e Centro continuamos a verificar um padrão de crescimento de negócio na altura do Verão. No Sul, temos tendência para assistir um padrão mais uniforme com os restantes meses do ano. Obviamente que o grau de fluxo turístico (entradas e saídas) condiciona esta análise todos os anos e a boa notícia é que felizmente o negócio do turismo continua a aumentar no nosso país, tanto na zona litoral como no interior.

Tenho lido em várias fontes que o negócio do grooming tem vindo a aumentar e ser melhorado todos os anos. “Melhorado” no sentido de que já não basta ter este serviço, mas sim apresentar uma proposta de valor ao cliente que não o deixe indiferente: instalações específicas para a zona do “spa center”, com serviços de tosquia e banho altamente profissionalizados e que elevam o bem-estar dos animais e também hotéis caninos e felinos de grande qualidade e que garantem o conforto dos animais, isto é, mudar o paradigma das “jaulas” para “micro-quartos” para os seus seus “hóspedes”. Volto a recordar que estes serviços não são dos mais rentáveis (muitas vezes até geram prejuízo), mas têm a grande vantagem de ajudar a desenvolver laços de fidelização com os clientes e, consequentemente, aumentar os níveis de cross selling com outros produtos e serviços veterinários. Para além de aumentarem a notoriedade do CAMV na comunidade local, pois captam-se muitos clientes novos apenas para estes serviços não médicos. Mantendo o exemplo que dei no artigo do ano passado, se cobrarmos 10 euros por uma diária de hotel, e se temos a necessidade de alimentar o animal, acompanhá-lo no dia a dia (monitorização, passeios, entre outros), facilmente apercebemo-nos que estamos a comprometer a rentabilidade do serviço. Mas se o cliente que deixou o seu animal no hotel sair satisfeito do CAMV e levar consigo um saco de ração, provavelmente já valeu apena. Neste caso, a probabilidade de regressar ao CAMV é grande e, nessa altura, teremos a possibilidade de potenciar o negócio e rentabilidade do cliente através da venda de outros produtos e serviços veterinários. O vosso sorriso, empatia e qualidade técnica farão certamente uma grande diferença para que ele regresse com o seu amigo de estimação.

O período do Verão é tradicionalmente pródigo na captação de novos clientes. Para além da contratação dos serviços de bem-estar e hotel canino e felino, é comum os donos dos animais aproveitarem as férias para colocar as vacinas e desparasitações dos seus animais em dia. Os emigrantes portugueses oriundos de França ou Suiça vêm quase sempre para fazer um checkup geral aos seus animais. Uma excelente oportunidade de negócio para os CAMV. Todavia, e analisando o respectivo gráfico no Observatório do Mercado, de realçar que a capacidade de novos clientes por parte dos CAMV tem vindo a baixar nos últimos anos. Algo que seria de esperar, pois o mercado é limitado e tem a desvantagem de haver 30 a 50 CAMV inaugurados todos os anos. Por conseguinte, alerto aos CAMV a necessidade de definirem e monitorizarem regularmente as suas estratégias de fidelização, retenção e reactivação de clientes.

Mantenha viva a sua dinâmica no marketing digital e aproveite para lançar campanhas temáticas apelativas. Se não tem ferramentas de marketing digital, madrugue hoje para definir um plano de acção nesse sentido. Mas não se esqueça do essencial: continue a apostar na melhoria contínua da qualidade global de serviço do seu CAMV, pois é esse factor que realmente faz a diferença entre si e os seus concorrentes.

Cá estarei novamente em Setembro com mais uma crónica.

Bons negócios e boas férias!

(O autor escreve de acordo com a antiga ortografia)



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